terça-feira, 21 de julho de 2015

Amigo PJoteiro, amiga PJoteira




Quem não quer amigos para partilhar a vida?

Quem não quer ter amigos que acreditam num outro mundo possível?

Quem não quer amigos que não desistem fácil?

Quem não quer amigos que choram quando erram, mas que sabem aproveitar as alegrias?

Quem não quer amigos para passar fins de semana juntos, trabalhando, lutando, rezando?

Quem não quer ter amigos para dormir juntos, ou conversar sobre tudo até o dia clarear?

Quem não quer ter amigos que cuidam de você?

Quem não quer ver o sorriso no rosto daqueles que caminham conosco, mesmo quando a previsão é de tempestades?

Quem não quer ter amigos poetas, escritores, que amam e defendem a vida de todos?

Quem não quer ter amigos sinceros, que são exigentes e ternos ao mesmo tempo?

Quem não quer ter amigos que, silenciosamente, como um bosque que cresce, transforma a sociedade, nos conselhos de direito, nos sindicatos, nas ruas?

Quem não quer ter amigos que encontram o divino em todas as coisas, em todas as pessoas?

Quem não quer ter amigos PJoteiros?

Quem passou pela experiência de grupo de base, quem viveu um dia de PJ sabe que essa vida vale a pena ser vivida.

Feliz dia dos amigos!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

BEM VINDO(A)!

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É possível perceber a incoerência de muitos católicos, ao analisarmos dois pontos:

1- O Concílio Vaticano II é irreversível. Foi o maior passo que a Igreja católica deu em apenas 5 anos, com exceção dos 5 primeiros anos de sua existência. É inadequado viver um catolicismo pré-conciliar, como se viva até a década de 1950. O concílio produziu a Constituição Dogmática Lumen Gentium, que fala da instituição Igreja e da mudança que se fazia necessária quanto à forma de se fazer igreja. Já não mais teríamos uma igreja piramidal, onde só o Clero tem voz e direito de fazer a igreja acontecer, mas uma igreja ministerial, circular, onde TODOS têm a mesma importância, desde a criança da catequese, até o PAPA. E mais que isso: quanto maior a responsabilidade, maior deve ser a doação, o serviço para com os outros.

2- O que o PAPA Francisco tem feito, desde sua eleição, é colocar em prática o que está no papel desde esse Concílio. Muitos passos, que deveriam ter se iniciado em 1965, ainda não foram dados, dentre eles a prática da Igreja Ministerial. A própria doutrina social da Igreja está longe de ser entendida por esses católicos.

O que temos visto é um movimento de negação dos princípios sociais da fé cristã, que claramente são evangélicos. Vemos pessoas convictas de que a missa deve ser em Latim, com o padre de costas para a comunidade, com pessoas de véu, comungando de joelhos. E, mais do que isso, pessoas que acreditam na igreja piramidal, onde não há espaço para o protagonismo laical, nem mudanças nos hábitos do clero. 

São essas pessoas que criticam, arduamente, as posturas, opiniões e ações do Papa Francisco. Porque ele esqueceu o poder, o dinheiro, as roupas de ouro, de príncipes medievais, para viver do Evangelho, para os marginalizados e contra a sociedade especulativa que mantém  fome de quase um bilhão de pessoas, para continuar lucrando com isso.

Não veem, essas pessoas, que o objetivo do Papa é muito maior do que uma briga capitalismo x socialismo? Não percebem que o que está em jogo não é o ego, o orgulho, dessa ou daquela posição ideológica, mas sim a vida dos pobres, a vida dos outros semelhantes a Deus?

A política de Francisco é a compaixão e o olhar para o coração das pessoas. Já a política dos que o criticam e chegam a pedir por sua morte, é o amor ao poder, ou ao dinheiro.